domingo, 20 de maio de 2012

E os padrões? Para onde vão?


E então eu tenho focado muito em decoração essas últimas semanas. De tempos em tempos essas coisas me acontecem.

De vez em quando eu só respiro, como, bebo, durmo e sonho com fotografia. Às vezes até a advocacia me faz feliz (poucas, é claro). Às vezes escrevo até pelos cotovelos e, quando releio procurando os erros de português e de digitação, consigo gostar do que escrevi.

A conclusão é bem simples. Tenho ciclos. Sou de luas. Enfrento fases. Algumas delas de peito aberto e outras tantas escondida atrás de meus escudos.

Normal... Penso eu... Talvez todos tenhamos esses movimentos na vida e talvez eles não sejam nem de todo bons, pois nos tornam instáveis, e nem de todo ruins, pois nos impedem de morrer afogados em nosso próprio vômito, sem a mínima vontade de agir – de mudar.

Em todos esses processos que não começaram a semana passada e tampouco findarão na semana que vem, eu, com minha auto critica afiada como espada, tenho sempre a tendência de pensar logo de cara: 

“-Afinal, o que está errado? Se quero mudar as coisas, isso pode ser o sintoma de incertezas e insatisfações que não permanecerão escondidas para sempre!”

Claro que não encontro respostas e mais claro ainda que eu não deveria me preocupar com elas já que só as perguntas já demonstram a inquietude que move e o importante é se mover...

Na minha auto critica estão contidos conceitos como: 

"A sala dessa revista é tão mais bonita que a minha! / Como esse fotografo consegue essa luz tão perfeita para registrar esse ambiente? / Meu deus! Forrei uma parede do quarto de papel contact colorido! Nunca mais poderei usar roupa de cama estampada!  / Meu quarto é pequeno demais! Como posso ter cama, penteadeira, armário, criado-mudo e escrivaninha nele? / Como posso tirar essas coisas e continuar vivendo? / Nunca mais pintarei as paredes de branco! Suja muito e o ambiente está sempre feio! / Eu não deveria ter aceitado a sugestão do pintor para pintar a sala de marfim! Tinha que ter escolhido o branco-neve! / Tenho que tirar essas prateleiras do quarto, mas onde vou enfiar todas essas coisas? / Tenho que arrumar o armário! / Tenho que guardar todas as bolsas! / Tenho que organizar o banheiro!"

AFF!!!!! As auto reprovações não terminam mais! A galinha do vizinho é sempre mais gorda e eu sempre dependo de “comprar alguma coisa” para resolver o problema que – a bem da verdade – não precisa de solução externa.

Só para ilustrar, desde que vim morar aqui em 2002, já tive umas dez decorações absolutamente diferentes. Sempre tentando melhorar, é claro! Mas nada justifica a gastança sem fim de dinheiro e energia que nisso se esvaiu.

São armários que foram doados, mesas transportadas para fora do Estado (e como sinto falta daquela mesa de jantar!), toneladas de quadros e utensílios que decoram hoje a casa da minha empregada, estantes que guardam agora as fotos e objetos da minha sogra e por aí vai...

Não só fisicamente as coisas mudaram muito por aqui, mas a essência da casa também se transformou. Os gatos hoje são a prioridade na decoração e não o empecilho que me faz ter o tecido “A” e não o tecido “B”. Eles têm mais lugar, afinal, a casa é deles também.

Eu tiro os sapatos assim que entro em casa, mas o marido não o faz e desfila com os germes da rua por todos os tapetes, por todos os cômodos...

E daí? A casa é dele também e por que eu ficaria como um demônio o atormentando para tirar os sapatos no rol de entrada?

Será que ele já não enfrenta chatices suficientes no mundo lá fora? Será que ele precisa que eu transforme a alegria dele de chegar em casa em mais uma fonte de obrigação de tirar os sapatos na porta, de guardar a roupa limpa no armário, de colocar a suja no cesto, de deixar a bolsa no lugar certo?

Outro dia caí na besteira de agendar uma visita de uma personal organizer aqui em casa (ainda bem que paguei pela visita!). O resultado não podia ser diferente:

A mulher queria deixar a “equipe” dela na minha casa por 15 dias! (meu apartamento tem 100 m2 – em 15 dias eu derrubo o prédio e o reconstruo). Eu disse que não tenho essa disponibilidade e ela disse que não tinha problema, pois eu só teria que estar presente no primeiro dia! (OK. Vou deixar estranhos por 14 dias dentro da minha casa, mexendo nas minhas coisas, sem eu estar presente – ahã... vou sim!)

Criticou até o meu último hábito doméstico. Disse que eu teria que “limitar” o espaço dos meus gatos (mas eu quero exatamente o contrário e eu disse isso à ela!). Que eu não deveria deixar a minha gata deficiente se esconder no meu closet (onde tenho uma caminha para ela dormir a tarde como tanto gosta). Que eu teria que “doutrinar” o marido para que fosse mais organizado. Que ele não guardaria mais os pertences dele da forma que guarda hoje, mas sim do jeito que ela organizaria (ãnn?).Que eu deveria organizar a minha gaveta de calcinhas por cor e me “apresentou” uns casulos organizadores que estou careca de ver na Tok&Stok como se fossem a novidade do século.

Disse o quanto é ocupada e que não tem tempo para estar com a equipe durante todo o trabalho (ãnn??). Mostrou-me como seu portfólio um monte de fotos de closets que eu mesma já vi (aquelas mesmas fotos) em diversos sites na internet como se eu vivesse numa caverna sem acesso à informação, e que para organizar o meu closet, o meu quarto e o QG do marido eu lhe pagaria a bagatela de R$4500,00, fora todo o material que eu deveria comprar nos fornecedores que ela indicasse.

Tudo bem... Sonhar todo mundo pode e achar que eu sou besta também... Afinal, eu poderia reagir com uma gargalhada, um soco, uma mordida e não o fiz, não é mesmo?

Ela me pareceu sair daqui muito descontente por eu não ter aceitado seus termos, por eu ter dito que na minha casa só se fica na minha presença, que eu só teria disponibilidade de ficar 15 dias enfiada dentro de casa em horário comercial durante o recesso do Poder Judiciário, que eu mesma compraria o material – caso fechássemos – nas lojas que eu entendesse melhores para mim, que não viraria o demônio do tridente na vida do marido e dos gatos. Ah... e que gosto da minha gaveta de calcinhas bagunçada. Acho tudo mais fácil!

De qualquer forma, esse evento me trouxe grandes benefícios e por isso repito: que bom que paguei pela visita dela!

Se ela saiu daqui frustrada por eu não fechar esse negócio da China, recebeu para estar comigo por 30 minutos o exato preço que me cobrou. No mais, se a proposta fosse mais razoável, eu realmente estaria disposta a fechar.

Quanto a mim, percebi que a minha casa tem a bagunça que eu e minha família fazemos com nossos hábitos que nos fazem sentirmo-nos melhor aqui do que nos sentimos na rua. Que devemos ter liberdade dentro de casa já que na rua a sociedade nos impõe regras outras que tanto nos limitam. Que nada somos para impor aos outros o nosso jeito de ver a vida. Que não seria justo com o marido reclamar da desordem na gaveta de meias dele e nem seria humano com a minha gata deficiente – que já tanto sofreu – impedi-la de dormir à tarde no meu closet!

Nada disso a personal organizer levou em consideração mas a culpa não é dela! Ela não conhece a história de cada membro da minha família. A rotina, as alegrias, os hábitos, nada!!! Ela só queria organizar isso tudo segundo os padrões da Casa Claudia! Como ela poderia saber que eu nem da Casa Claudia gosto?

Como ela poderia saber que eu abomino móveis coordenados, modulares, projetados; decoração minimalista, padronizada, regras de etiqueta ditadas por um bando de gente enrustida e frustrada que precisa confirmar padrões? Como a coitada saberia isso tudo em trinta minutos de contato? Impossível!

A culpa foi minha mesmo. Por marcar a consulta dela crendo que seria possível a individualização do serviço conforme as necessidades da família e não de acordo com o que ela aprendeu em algum cursinho por aí ser o "padrão aceitável".

A culpa foi minha por “olhar e não ver” (ato que tanto critico nos outros) que na minha casa não tem bagunça – tem a minha história guardada como eu a entendo. E quem é que tem que entender, afinal?

Aí eu, no meio da madrugada, percebo quase que num lampejo de lucidez, que:

"Posso sim colocar vinte tipos de estampas diferentes no meu quarto, desde que me sinta feliz nele. / A minha sala está iluminada, linda, aconchegante, arejada, alegre com as paredes pintadas de marfim e o mais importante – atende às necessidades de uso diário da minha família. / Cada cantinho da casa conta um pouco de nós e de nossa história e isso é o que faz essa casa ser minha e não sua e por mais linda que seja a sua casa, eu quero viver na minha. / Posso sim ter um armário desorganizado e roupas penduradas. Por isso a casa é minha. Para eu fazer o que quiser nela sem depender da aprovação alheia. / Se não der pra pintar a casa toda imediatamente, não tem problema. Vou pintando aos poucos e me desfazendo devagar da lembrança de cada manchinha nas paredes porque elas também tem uma história e me lembram algo ou alguém. Eu posso esperar. Não preciso ter pressa para apagar lembranças."

Sentindo o perfume da liberdade, pude fotografar alguns cantinhos de casa com a câmera do celular – sem técnica fotográfica, sem alta resolução, sem o equipamento profissional que está lá no meu closet (será que ele deveria estar lá?), granuladas, sem flash, (no meio da noite e com baixa luz DE PROPÓSITO), sem pretensões.

E o resultado disso? Momentos de auto critica ferrenha transmutados em satisfação e a compreensão de que cada uma dessas “carências” também falam de mim. Também me tornam humana. Também me fazem parte do todo...

E você? Já foi benevolente consigo e com a sua vida hoje? Já correu de padrões bobos ditados por quem nada sabe de você? Recomendo... Antes que você permita que os outros caguem regras que você nem sabe porque terá que respeitar... 

Uma linda semana à todos...






sexta-feira, 18 de maio de 2012

Você sabe o que é esperança?




A maioria de nós tem tantas reclamações sobre todas as coisas que nos parecem inadequadas por não conhecermos o real significado da palavra "dificuldade" e nem da palavra "esperança"... Pensemos...



terça-feira, 15 de maio de 2012

Escolhas...



"Escolher é excluir." - Henri Bergson


Com as escolhas que fiz na vida, todo o mal ficou de fora e comigo seguiu somente a luz... Todas as vezes que as escolhas de outros implicaram na minha exclusão, comigo seguiu somente a luz... e eu não tardei a olhar para traz e ver as sombras... com a luz sobre mim e o sol à minha frente...


quarta-feira, 25 de abril de 2012

Sou fotógrafa, mas não sou assim...

Eu mesma, fazendo um trabalho no Parque Lage, vi o ator Lázaro Ramos que passeava com o filho e fechou o semblante quando viu minha câmera. Certamente pensou que seu passeio havia acabado ou que o registro dele estaria na caras na edição seguinte.

Pensei em falar-lhe que estava ali por outro motivo, mas não achei conveniente e deixei que o tempo lhe mostrasse que minhas lentes não o registraram em momento familiar e sem autorização. Não gosto disso para mim, penso que os outros também possam não gostar.

De qualquer forma, o texto atribuido ao ator Wagner Moura é bastante propício para que pensemos no tipo de imagens e sons que consumimos. Eles nos engrandecem? Se não, não faz diferença e o que não faz diferença não precisa ocupar espaço em nossas vidas...






Carta aberta do ator Wagner Moura sobre o Pânico na TV, divulgada no globo.com:

“Quando estava saindo da cerimônia de entrega do prêmio APCA, há duas semanas em São Paulo, fui abordado por um rapaz meio abobalhado. Ele disse que me amava, chegou a me dar um beijo no rosto e pediu uma entrevista para seu programa de TV no interior. Mesmo estando com o táxi de porta aberta me esperando, achei que seria rude sair andando e negar a entrevista, que de alguma forma poderia ajudar o cara, sei lá, eu sou da época da gentileza, do muito obrigado e do por favor, acredito no ser humano e ainda sou canceriano e baiano, ou seja, um babaca total. Ele me perguntou uma ou duas bobagens, e eu respondi, quando, de repente, apareceu outro apresentador do programa com a mão melecada de gel, passou na minha cabeça e ficou olhando para a câmera rindo. Foi tão surreal que no começo eu não acreditei, depois fui percebendo que estava fazendo parte de um programa de TV, desses que sacaneiam as pessoas. Na hora eu pensei, como qualquer homem que sofre uma agressão, em enfiar a porrada no garoto, mas imediatamente entendi que era isso mesmo que ele queria, e aí bateu uma profunda tristeza com a condição humana, e tudo que consegui foi suspirar algo tipo “que coisa horrível” (o horror, o horror), virar as costas e entrar no carro. Mesmo assim fui perseguido por eles. Não satisfeito, o rapaz abriu a porta do táxi depois que eu entrei, eu tentei fechar de novo, e ele colocou a perna, uma coisa horrorosa, violenta mesmo. Tive vontade de dizer: cara, cê tá louco, me respeita, eu sou um pai de família! Mas fiquei quieto, tipo assalto, em que reagir é pior.

” O que vai na cabeça de um sujeito que tem como profissão jogar meleca nos outros? É a espetacularização da babaquice ”

O táxi foi embora. No caminho, eu pensava no fundo do poço em que chegamos. Meu Deus, será que alguém realmente acha que jogar meleca nos outros é engraçado? Qual será o próximo passo? Tacar cocô nas pessoas? Atingir os incautos com pedaços de pau para o deleite sorridente do telespectador? Compartilho minha indignação porque sei que ela diz respeito a muitos; pessoas públicas ou anônimas, que não compactuam com esse circo de horrores que faz, por exemplo, com que uma emissora de TV passe o dia INTEIRO mostrando imagens da menina Isabella. Estamos nos bestializando, nos idiotizando. O que vai na cabeça de um sujeito que tem como profissão jogar meleca nos outros? É a espetacularização da babaquice. Amigos, a mediocridade é amiga da barbárie! E a coisa tá feia.

” Isso naturalmente não o impediu de colocar a cagada no ar. Afinal de contas, vai dar mais audiência ”

Digo isso com a consciência de quem nunca jogou o jogo bobo da celebridade. Não sou celebridade de nada, sou ator. Entendo que apareço na TV das pessoas e gosto quando alguém vem dizer que curte meu trabalho, assim como deve gostar o jornalista, o médico ou o carpinteiro que ouve um elogio. Gosto de ser conhecido pelo que faço, mas não suporto falta de educação. O preço da fama? Não engulo essa. Tive pai e mãe. Tinham pais esses paparazzi que mataram a princesa Diana? É jornalismo isso? Aliás, dá para ter respeito por um sujeito que fica escondido atrás de uma árvore para fotografar uma criança no parquinho? Dois deles perseguiram uma amiga atriz, grávida de oito meses, por dois quarteirões. Ela passou mal, e os caras continuaram fotografando. Perseguir uma grávida? Ah, mas tá reclamando de quê? Não é famoso? Então agüenta! O que que é isso, gente? Du Moscovis e Lázaro (Ramos) também já escreveram sobre o assunto, e eu acho que tem, sim, que haver alguma reação por parte dos que não estão a fim de alimentar essa palhaçada. Existe, sim, gente inteligente que não dá a mínima para as fofocas das revistas e as baixarias dos programas de TV. Existe, sim, gente que tem outros valores, como meus amigos do MHuD (Movimento Humanos Direitos), que estão preocupados é em combater o trabalho escravo, a prostituição infantil, a violência agrária, os grandes latifúndios, o aquecimento global e a corrupção. Fazer algo de útil com essa vida efêmera, sem nunca abrir mão do bom humor. Há, sim, gente que pensa diferente. E exigimos, no mínimo, não sermos melecados.

No dia seguinte, o rapaz do programa mandou um e-mail para o escritório que me agencia se desculpando por, segundo suas palavras, a “cagada” que havia feito. Isso naturalmente não o impediu de colocar a cagada no ar. Afinal de contas, vai dar mais audiência. E contra a audiência não há argumentos. Será?"

terça-feira, 17 de abril de 2012

Compaixão...

 Aí eu tenho que dividir com vocês uma das cenas mais impressionantes que já presenciei. 

Estava eu ontem indo pro trabalho, pela manhã, dirigindo pela movimentadíssima Av. Brasil - que quem é do RJ sabe que é um lugar insano - com trânsito bom, ao contrário do normal, quando vi que a velocidade dos carros a frente diminuia e eles ligavam os pisca-alertas. 

Também eu o fiz. 

Quando paramos de vez, eramos tres pistas de carros parando a Av. Brasil porque um cão acabara de ser atropelado. 


Eu o vi estirado na pista.  Não vi o atropelamento em si e nem se o atropelador foi embora ou era um dos motoristas parados.

Ainda consegui ver um segundo cão - preto - que atravessava no mesmo ponto. Ele subiu no canteiro central e eu só vi que vinham muitos carros na direção contrária mas não o vi mais.

Saí imediatamente do carro quando outro motorista ia em direção ao cão atropelado. 

Verificamos que estava vivo. 

Pedi que o rapaz o colocasse em meu carro. 

Em menos de um minuto toda a cena se desfez. 

O rapaz se despediu de mim, os carros que bloquearam uma via de alta circulação se foram em silêncio. 

Eu e ela seguimos para a clínica veterinária. Ela se recuperará e precisará de um lar. Conto com vocês na divulgação. 

Retornei à Av. Brasil para procurar o outro cão. Cobri grande parte dela no trecho em que tudo aconteceu. Nos dois sentidos. Devagar o quanto possível e atenta a todas as pistas, ao canteiro central e às marginais. Não vi mais o cachorro preto.

Como a velocidade dos veículos ali é muito alta e são quatro pistas em cada sentido, se ele tivesse sido atropelado também, fatalmente o encontraria. Não havia como ele não estar na pista nessa hipótese. Meu desespero era que ele estivesse atropelado e vivo. Teria que ser resgatado.

Vários amigos contactados nesse ínterim, que moram ou trabalham na região, fizeram o mesmo que eu. Nada do cachorro preto. Creio que ele tenha conseguido atravessar todas as pistas ileso.

Quando tudo aconteceu, mais cedo, ninguém falou nada. Somente as luzes dos pisca-alertas dos carros, em silêncio, pararam a Av. Brasil quase que instintivamente. 


Não sei o que aqueles motoristas pensaram. Se ficaram irritados, perplexos com a ousadia de quem descia do carro, apreensivos em presenciar uma tragédia ainda maior. Não sei se ao fim sorriram, se sentiram alívio, orgulho de serem humanos, satisfação por terem formado uma barreira que possibilitou a ação de resgate, ou simplesmente queriam parar de perder tempo.

Seja como for, cada uma daquelas pessoas que parou seu carro na Av. Brasil ontem de manhã, contribuiu para que essa menina vivesse. Quem sabe até para que o outro cão atravessasse toda a via ileso. E esse lindo momento só foi possível porque as pessoas ali foram conduzidas pelo sentimento que deveria mover todas as nossas ações: A compaixão.

domingo, 15 de abril de 2012

Sobre orgulho e vergonha...



Recentemente li isso no blog de uma pessoa muito querida...




"And I'm proud to be an American
Where at least I know I'm free.
And I won't forget the men who died
Who gave that right to me.
And I gladly stand up next to you
And defend her still today.
Cause there ain't no doubt I love this land.
God bless the U. S. A. "

A mansagem e a imagem publicadas só me encheram de inveja! Como eu gostaria de sentir isso!!! Infelizmente, o sentimento que me acompanha é da mais profunda e irremediável VERGONHA!!! Vergonha de ser brasileira. Vergonha do meu país. Das pessoas que o comandam. Vergonha do povo que os elege. Vergonha dos valores nulos. Da corrupção e da ignorância que assolam cada grão de terra desse lugar. 

Quem me dera também eu poder turvar os olhos diante da minha bandeira, dos meus soldados, do meu governo, do meu povo... Apenas um sonho distante... Cada dia mais...




segunda-feira, 9 de abril de 2012

Porque pensar não dói...


Bom senso é para quem tem... quem não sabe o que é isso, grita o tempo todo ser vítima de preconceito... Cansada de tanta acefalia!!!


quarta-feira, 4 de abril de 2012

Reflexões e silêncio...


Aí eu estava aqui quietinha refletindo... 

O silêncio tem o condão de me fazer pensar longe. Todas as pessoas que não agiram bem comigo até hoje se foderam. Parto do princípio que se alguém me faz sofrer uma vez a culpa é dele, mas se me faz sofrer duas vezes, a culpa é minha. Assim, sempre me afasto definitivamente, mas a vida dá um jeito de me fazer saber que o troco veio. Não vou dar uma de boa moça que ama seus ofensores pq estou longe disso. Tb não nego que todas essas vezes tive a sensação de justiça feita. De qq forma, posso afirmar de coração limpo, que nunca me alegrei. Não há pq. Se foi a resposta da vida pra um comportamento ruim comigo, tanto melhor seria se este jamais tivesse acontecido. Não haveria mágoas, nem afastamentos, nem troco. Mas a vida é como é. E com toda a minha falta de fé, sou agradecida ao Universo por zelar por mim. Por não permitir que um ataque a mim seja impune a longo termo. Por reconhecer que minha conduta é reta e que os retos de carater merecem mais do que os tortos. Agradecida desde sempre por tantas maravilhosas conquistas. Por tantos olhares de quatro patas em agradecimento por eu estar ali e ser a diferença pra eles. Grata eternamente pelos amantíssimos amigos e pela preciosa família que me foram confiados e a quem - até meu último instante sobre a terra - me dedicarei a não falhar. Apenas um breve relato de quem pensa em silêncio...



terça-feira, 3 de abril de 2012

Just working...

E um pouco de um trabalho recente...















E se alguém me disser que tem um trabalho melhor do que esse terá que me provar, pois não tenho como simplesmente crer... Uma linda semana a todos...



sexta-feira, 30 de março de 2012

Sexta-feira...



Há quem goste da sexta-feira por todas as coisas que se pode fazer na rua até tarde da noite. Eu amo a sexta-feira por todas as coisas que posso fazer em casa até tarde da noite... Um lindo fim de semana à todos...



segunda-feira, 26 de março de 2012

10 liberdades que pessoas elegantes não tomam...





1.     A fulana? (em frente à pessoa, falando com um terceiro) É uma tratante! Diz que ligará, que marcará encontro e nunca o faz! (em tom jocoso. Nem preciso comentar!)

2.    Uau! A fulana não se enxerga hein? Que roupa é aquela? (o vestuário alheio é problema alheio)

3.   Ah, você está indo viajar? Traz umas coisinhas pra mim? (Quem viaja não o faz para trazer a sua listinha! Viaje você ou compre aqui!)

4.    Nossa, parece bom! Dá um pedaço? (depositar a saliva na comida alheia não é legal!)

5.    Estarei na sua cidade mês que vem. Posso ficar na sua casa? (Se não quer pagar hotel, não saia da sua casa)

6.    Eu também estou indo para o centro! Dá uma carona? (Quem anda só no próprio carro o faz por não querer dividir o transporte! Não force a barra!)

7.    Ai como minha sogra é insuportável! (Se não gosta dela, não se relacione com ela. É simples. Não precisa comentar com ninguém)

8.    Estou enrolada esse mês! Você pode me emprestar algum? (Já experimentou falar com o gerente do seu banco, tomar empréstimo e pagar juros como todo mundo?)

9.    Compra pra mim no seu cartão e eu te pago no vencimento. (Crédito é pessoal e não deve ser usado em favor de terceiros. Sabia que você bloqueia aquele valor no crédito de quem lhe atendeu?)

10. Eu sou assim mesmo. Quem quiser que me aceite! (Vossa Majestade poderia ser mais humilde e compreender que relacionamentos são vias de mão dupla).


Pequenas posturas que fazem toda a diferença!!! Para pensar em casa...



domingo, 25 de março de 2012

Dos amigos...


"Se me obrigassem a dizer porque o amava, sinto que a minha única resposta seria: ''Porque era ele, porque era eu''."

Michel de Montaigne



Nessa vida, quem tem um amigo verdadeiro tem o mais rico de todos os tesouros.. Uma linda semana à todos...



sexta-feira, 23 de março de 2012

E o salário ó...



1931-2012

Amado Mestre... Que seja apenas um "até breve"!!!


quinta-feira, 22 de março de 2012

A baleia e o espelho da incompetência...



(foto da Folha de São Paulo)

Uma baleia apareceu morta na manhã desta terça-feira, 20/03/2012 a alguns metros da praia de São Conrado, na altura do morro do Vidigal, zona sul do Rio. 

Especialistas ainda não informaram qual o motivo da morte do animal e muito provavelmente não terão elementos para determinar tal fato dada a demora para a remoção do mamífero.

Bombeiros do Grupamento Marítimo de Botafogo e equipes do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) tentaram retirá-la do local desde as 7h45. Eles trabalharam com uma lancha visivelmente inadequada ao reboque de um animal tão grande.

Pescadores e surfistas também tentaram ajudar os bombeiros. Segundo o Corpo de Bombeiros, o grupamento marítimo foi acionado por moradores locais por volta das 7h daquele dia e o relato de uma bióloga na noite da terça-feira nos mostrou - sem máscaras - o tamanho da nossa pequenês.

Somos tão incompetentes que a baleia permaneceu o dia todo se decompondo enquanto os biólogos tentavam conseguir um rebocador, sem sucesso. Tentaram com a marinha, com a prefeitura, com o IBAMA, com o Governo do Estado, nada surtiu efeito. Uma cidade banhada inteira pelo mar não tem esse equipamento disponível em nenhum de seus órgãos públicos.

No fim da tarde, um estaleiro PARTICULAR de Niterói (outra cidade) ofereceu um equipamento seu, por pura liberalidade! O particular supriu a inoperância pública! AMAZING!!!

O problema acabou? CLARO QUE NÃO!!!! O Porto do RJ não permiriu que o animal fosse rebocado para lá, pois como não há expediente 24 horas, não haveria ninguém para receber o reboque!!! Não é fantástico?

O animal foi deixado no mar para ser retirado no dia seguinte em horário comercial, para não incomodar suas majestades os funcionários do Porto!!! Resultado? A maré o levou e ele encalhou na Praia da Reserva, zona Oeste da cidade.

Mais um dia inteiro se passou sem que a baleia fosse rebocada. Atingiu avançado estado de decompoição, biólogos perderam matérial genético importante para determinar a causa da morte e estabelecer mais parâmetros sobre a espécie, a água, a areia e as pedras tornaram-se passíveis de contaminação.

Tudo isso enquanto discussões intermináveis sobre a burocracia do reboque, do deslocamento, para onde ela vai, por que vai, como vai, em quantos pedaços vai, quem autoriza ir... bla, bla, bla... eram travadas pelos incompetentes de todas as esferas da Administração Pública.

Eu, como protetora de animais, fico feliz porque a baleia já chegou morta a costa. Porque se ela estivesse ferida, eu teria acompanhado sua agonia até a morte enquanto tais discussões denotadoras de absoluta incompetência se desenrolariam normalmente como se não houvesse um animal em sofrimento à espera.

Pobre Brasil! Sexta economia do mundo, proletariado no poder, ícones corruptos amados pelo povo imbecil, tudo fora do lugar e todo mundo feliz com números reluzentes! A eterna caixa de ressonância!

Mas nenhuma inoperância tem importância alguma! Ainda temos o carnaval, a bunda da mulata, o futebol, o samba, o jeitinho brasileiro! 

Hoje é quinta feira. A baleia está sendo esquartejada na praia para ser removida em blocos para o aterro sanitário de gramacho. A morada final de quem já foi livre um dia. O túmulo da nossa incompetência...

QUE VERGONHA!!!!







terça-feira, 20 de março de 2012

De volta a razão...

Muito bem... 

Comecei no ano passado o projeto "6 meses sem compras" acompanhando a idéia de alguns blogs de sustentabilidade que frequento e já lancei ao horizonte não somente as minhas impressões sobre o projeto realizado, mas o seu diário que montei com todas as vitórias e derrotas e deixei disponível (e ainda está) aqui num ícone na barra lateral.

Durante o projeto passei por datas importantes como o Natal e não gastei com presentes. Tive outras oportunidades como casamentos, aniversários e afins e não comprei nenhuma peça! Vitória! Entretanto, sofri deslizes quase sem motivo. Ainda pelo impulso de sempre. 

O projeto acabou este ano e tive uma folga na qual voltei sem compromisso às compras, mas percebi que menos impulsiva do que antes. 

De qualquer forma,  acho que falhei muito nele - 34 vezes em seis meses - e por isso o farei novamente. Já faz tempo que estou pensando em refazer o compromisso, mas dei um tempo para ver como eu me comportaria. Cheguei a uma conclusão: Sou mesmo compulsiva por compras.

Não saí desenfreada por aí comprando o shopping inteiro, mas já percebi que desde que acabou o projeto, comprei peças por causa das liquidações que estamos vendo em todas as vitrines. 

Ok. São liquidações, são peças com mais de 50% de desconto, são pechinchas, são de modelos e cores atemporais, bla, bla, bla... Mas eu não precisava delas! E esse é o problema!

Compramos coisas que não precisamos só porque elas estão em bom preço? Por que as compramos então? 

Há que se pensar nisso... 

Para mim, é consumismo e só - sem alívios. Passadas duas semanas a gente mal se lembra do que comprou. Ou seja, nunca teve importância. Nunca deveríamos ter comprado.

O que pretendo dessa vez no novo projeto? Levar mais ao pé da letra (ser mais xiita); não comprar nada não importa o que aconteça (ítens de vestuário e acessórios); ver a diferença nas minhas faturas de cartão de crédito que não vi durante o projeto passado, talvez porque tivesse compras caras parceladas, talvez por meus deslizes, talvez por compras de equipamento fotográfico, enfim, por várias razões.

Espero chegar ao fim desse novo projeto com menos deslizes do que o passado, pois apesar de lidar de forma civilizada com a derrota, não gosto muito dela. Ainda mais quando ela acontece por minha inteira responsabilidade - quer por ação, quer por omissão.

Também é importante começar sem trapaças. Nesses seis meses seguintes terei quatro casamentos sendo madrinha em um deles. Eu já sei disso antes do início do projeto e já comprei o vestido e o casaquinho que usarei nesse em que estarei no altar. 

Já o fiz justamente pesando em começar o projeto depois dessa compra porque tenho que seguir o padrão que a noiva estabeleceu e eu não tinha nenhum vestido que pudesse usar segundo o desejo dela. 

Mas isso só porque serei madrinha. 

Nos outros casamentos, usarei roupas e acessórios que já tenho e não gastarei nenhum tostão com eles.

Também nesse período terei algumas viagens rápidas mas muito tentadoras. Meu intuito é voltar invicta e espero conseguir. 

Haverá o meu aniversário, aniversário da minha mãe, dia das mães, dia dos pais, dia dos namorados. Todas datas sofredoras para quem não quer comprar. Talvez eu escorregue. Talvez customize. Talvez passe em branco. Nada que o amor não possa compensar.

Assim, começo amanhã mais uma etapa do projeto "6 meses sem compras" e vou, novamente, deixar o diário dele aqui na barra lateral, num novo ícone. Vamos ver no que dá agora. Vamos ver se tenho mais sucesso dessa vez. 

Se me sair bem, vou dar aquela folguinha necessária (de repente indo à forra em NYC) e me sentirei mais capaz de me lançar a projetos de um ano que também se vê em blogs de gente porreta aqui na net. 

E sigam-me os bons (de novo)!!!








Diário do Projeto "6 meses sem compras"

#Day 1: 21/03: Sucesso total! Comecei tão bem o projeto que fuçando no meu armário encontrei um par de sapatos perfeito para aquele casamento que serei madrinha. Não quebrarei o combinado por causa disso! UHU!!!


#Day 2: 22/03: Sucesso total!  Não trabalhei. Fiquei de cama. Resultado? Nenhuma tentaçãozinha pra contar a história. Ou melhor... tentada pela internet mas resisti!



#Day 3: 23/03: Hoje não foi bom não! Antes de iniciar o projeto eu havia encomendado uma Melissa que chegou e eu fui na Jelly buscar. Resultado? Projeto quebrado e R$125,00 a mais na próxima fatura do cartão. Primeiro deslize.



#Day 4: 24/03: Hoje não foi bom de novo! Não saí de casa mas internet existe pra quê não é? Comprei um kit de pincéis que estava ensaiando há tempos! Claro que eu tinha que deixar pra depois do início do projeto só pra computar uma derrota! Enfim.. US$130.00 a mais na fatura e um indesejável empate no projeto. Não vou me desesperar. É o começo. Daqui a pouco eu me acostumo e páro de comprar.



#Day 5: 25/03: Nada de compras hoje. Coração apaziguado? Nem um pouco!



#Day 6: 26/03: Nada de compras hoje. 


#Day 7: 27/03: Nada de compras hoje. Mas sabe que sinto que ainda não engrenei?


#Day 8: 28/03: Nada de compras hoje. 


#Day 9: 29/03: Nada de compras hoje. 


#Day 10: 30/03: Nada de compras hoje. 


#Day 11: 31/03: Nada de compras hoje. 


#Day 12: 01/04:Comprei uma pulseira. Eu que achei que tinha engrenado de vez, lá vem um deslizezinho...


#Day 13: 02/04: Nada de compras hoje. 


#Day 14: 03/04: Nada de compras hoje. 


#Day 15: 04/04: Nada de compras hoje. 


#Day 16: 05/04: Comprei um colar, um cinto e uma pulseira. Totalmente sem necessidade. 


#Day 17: 06/04: Nada de compras hoje. 


#Day 18: 07/04: Nada de compras hoje. 


#Day 19: 08/04: Nada de compras hoje. 


#Day 20: 09/04: Comprei um vestido.


#Day 21: 10/04: Nada de compras hoje.


#Day 22: 11/04: Nada de compras hoje.


#Day 23: 12/04: Nada de compras hoje.


#Day 24: 13/04: Nada de compras hoje.


#Day 25: 14/04:  Nada de compras hoje.


 #Day 26: 15/04:  Hoje não deu certo. Nnao vou computar aqui os cremes que comprei na Kiehl's que abriu ontem no Shopping Leblon porque são cosméticos e eu não vou virar um bicho por causa do projeto. Mas comprei uma jaqueta que não precisava ter comprado. Arrependida? Não, pois certamente a terei pro resto da vida e é a jaqueta de couro fake menos fake que já vi na vida!!!! Eu jurava que era couro. Achei barata demais pra isso e fui olhar na etiqueta de composição. BINGO!!!! Sintética!!!! Já coloquei nome nela de Zebu, pois é inacreditávelmente parecida com couro natural. Farei um post brevemente sobre ela.


#Day 27: 16/04:  Nada de compras hoje.


#Day 28: 17/04:  Nada de compras hoje.


#Day 29: 18/04:  Nada de compras hoje.


#Day 30: 19/04:  Danou-se tudo hoje. Tive um surto e comprei um par de sapatos e dois presentes pra uma amiga. Além disso, corri as vitrines no shopping com a gana de quem não bebe água no deserto, mas não comprei mais nada além disso.


#Day 31: 20/04:  Nada de compras hoje. Voltando à razão.


#Day 32: 21/04:  Nada de compras hoje. 

#Day 33: 22/04:  Nada de compras hoje. 

#Day 34: 23/04:  Nada de compras hoje. 

#Day 35: 24/04:  Nada de compras hoje. 


#Day 36: 25/04:  Nada de compras hoje. 


#Day 37: 26/04:  Nada de compras hoje. 


#Day 38: 27/04:  Nada de compras hoje. 


#Day 39: 28/04:  Nada de compras hoje. 


#Day 40: 29/04:  Nada de compras hoje. 


#Day 41: 30/04:  Hoje eu delizei. Comprei um cinto de paetê que vou usar num casamento e um Kabuki que eu não precisava. Sabe aquela armadilha do comprar pq é bonitinho e o preço está bom? Então... caí nele de novo!


#Day 42: 01/05:  Nada de compras hoje. 


#Day 43: 02/05:  Sabe aquele kabuki que comprei ante-ontem sem nenhuma necessidade? Usei hj pela primeira vez. Melhor pincéu para pó ever!!!! Valeu perder o pontinho aqui. Nada de compras hoje. 


#Day 44: 03/05: Nada de compras hoje.


#Day 45: 04/05: Nada de compras hoje.


#Day 46: 05/05: Nada de compras hoje.


#Day 47: 06/05: Nada de compras hoje.


#Day 48: 07/05: Hoje foi difícil, pois estar em Sampa e não comprar é quase um perjúrio! Mas como ganhei presente de aniversário de Mamys, acho que consegui manter a calma. Só pra constar, quase comprei uma bolsa.


#Day 49: 08/05: Nada de compras hoje.


#Day 50: 09/05: Nada de compras hoje.


#Day 51: 10/05: Nada de compras hoje.


#Day 52: 11/05: Nada de compras hoje.


#Day 53: 12/05: Nada de compras hoje.


#Day 54: 13/05: Nada de compras hoje.


#Day 55: 14/05: Nada de compras hoje.


#Day 56: 15/05: Nada de compras hoje.


#Day 57: 16/05: Nada de compras hoje.


#Day 58: 17/05: Nada de compras hoje.


#Day 59: 18/05: Hoje tive um deslize. Já estava me controlando super bem havia dias, mas aí, me irritei com um fato do dia e lá fui eu transformar a insatisfação em casaquinho. Justificável? Não... claro que não! De qualquer forma sei que o usarei muito. É daquelas peças que ficam a vida toda em nosso armário... Ao menos isso...


#Day 60: 19/05: Nada de compras hoje.


#Day 61: 20/05: Nada de compras hoje.


#Day 62: 21/05: Nada de compras hoje.


#Day 63: 22/05: Nada de compras hoje.


#Day 64: 23/05: Nada de compras hoje.


#Day 65: 24/05: Nada de compras hoje.


#Day 66: 25/05: Nada de compras hoje.


#Day 67: 26/05: Nada de compras hoje.


#Day 68: 27/05: Nada de compras hoje.


#Day 69: 28/05: Nada de compras hoje.


#Day 70: 29/05: Nada de compras hoje.

#Day 71: 30/05: Nada de compras hoje.




#9 deslizes